terça-feira, 12 de novembro de 2013

Amor II

Seu amor, amor!
É amor frágil
Amor possessivo
Amor pequeno demais.

Seu amor, amor!
Não é amor de luta
Amor consistente
Amor de pouca labuta.

Seu amor, amor!
É amor para as “Helenas”
Pessoas pequenas
Com pequenos dotes que lhes interessam.

Seu amor, amor!
É amor arranjado
Amor dependente
Amor de boteco.

Seu amor, amor!
É amor passageiro
Amor de agradecimentos
Não é amor das Marias

Meu amor, amor!
É amor que suplanta as suas baixas ideologias
Que perdoa a sua insignificância
É amor cá de dentro.

Para o seu futuro amor, amor!
Não serão os haveres aos quais pertence
Que superarão as suas dores
Sempre serei eu, que estarei aí dentro.

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